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flamingo

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beija-flor-tesoura-verdeO Beija-flor-tesoura-verde (Thalurania furcata) é conhecido também como Beija-flor-de-barriga-violeta. No livro Aves do Brasil, edição Pantanal e Cerrado, consta como Beija-flor-de-ventre-roxo. pertence à Ordem Apodiformes e à Família Trochilidae.

Seu nome significa: do (grego) thalos = criança, descendente de; e ouranos céu, celeste, referente ao azul do céu; e do (latim) furcata, furcatus = bifurcada. ⇒ Pássaro filho do azul celeste com cauda bifurcada.

Características

Mede cerca de 9,7 cm de comprimento. Macho com partes superiores esverdeadas, garganta verde-metálica, peito e barriga azul-violeta-brilhante; fêmea com as partes inferiores cinza. Comum no sub-bosque de florestas altas, capoeiras e florestas de várzea. Vive solitário, defendendo seu território de maneira agressiva.

Registro feito em Delfinópolis-MG.

selo-filipinas4SOBRE OS SELOS

Os selos retratam aves ameaçadas de extinção nas Filipinas, representada pela Águia Filipina, e no Brasil, pela Águia Cinzenta, por meio das ilustrações dos corpos inteiros e dos detalhes das cabeças das águias. A Águia Filipina é a mais conhecida espécie de ave existente unicamente nas Filipinas. Já a Águia Cinzenta é considerada um gavião de grande porte da fauna brasileira. Os nomes das espécies foram impressos em microletras. Foram utilizadas as técnicas de computação gráfica e fotografia.

As Filipinas, oficialmente República das Filipinas, são um grupo de 7.107 ilhas localizadas no Sudeste da Ásia (leste do Vietnã e norte de Bornéu), com cerca de 105 milhões de habitantes. A sede do governo, um sistema presidencial democrático, fica na cidade de Manila, em Luzon, que abriga cerca de metade de toda a população. Os filipinos são de descendência malaia com uma pitada de sangue chinês, espanhol, americano e árabe.

A águia filipina (Pithecophaga jefferyi) é a mais conhecida espécie de ave existente unicamente nas Filipinas, e, por isso, é o pássaro nacional. Também chamada de “Haribon” (“Haring Ibon” ou pássaro rei), é considerada a maior dentre as águias que existem no mundo, em termos de comprimento, e uma das mais raras aves de rapina. Com plumagem marrom e branca e uma crista desgrenhada castanho claro, a águia filipina mede de 86 a 102 centímetros, e pesa de 5 a 8 quilos, em média. A ave adulta com as asas abertas mede de 184 a 220 centímetros e pode mergulhar para capturar a sua presa a velocidades superiores a 100 quilômetros por hora. A cara é de cor escura, com olhos cinza aço e um grande bico cinza escuro. Os pés são amarelos, com garras extremamente grandes.

Já a águia cinzenta (Urubitinga coronata) é considerada um gavião de grande porte, de característica crepuscular, podendo atingir o peso de 3 kg e 85 cm de comprimento. Sua principal fonte de alimento são animais de médio porte e carniça. O período de reprodução dessa ave no Cerrado é entre julho e novembro, quando utiliza árvores altas para a construção de um ninho para somente um ovo. Os casais, normalmente, permanecem juntos durante todo o ano. É uma espécie que prefere áreas abertas.

Com essa emissão, Brasil e Filipinas ratificam, por meio da Filatelia, o propósito de defender e preservar o meio ambiente, ao mesmo tempo em que ressaltam as boas relações e os laços de amizade e de cooperação que unem os dois países.

Veja mais informações sobre a águia-cinzenta clicando aqui

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Quarta, 25 Junho 2014 18:59

Águia-cinzenta - Urubitinga coronata

aguia-cinzentaA Águia-cinzenta (Urubitinga coronata) é uma ave Accipitriformes da família Accipitridae. Também conhecido como águia-coroada. Antigamente conhecida por Harpyhaliaetus coronatus.

Seu nome significa: do (tupi) urubú tinga = nome indígena tupi para designar um grande pásssaro preto; e do (latim) corona, coronata, coronatum, coronatus = coroa, coroado. ⇒Grande pássaro preto coroado.

Atualmente essa espécie encontra-se bastante ameaçada, constando nos livros vermelhos de animais ameaçados de extinção de todos os estados que ela ocorre, inclusive encontra-se na lista de espécies ameaçadas de extinção elaborada pelo IBAMA. O avanço da agricultura, descaracterização de seu habitat e abate indiscriminado são as principais causas da situação atual dessa poderosa ave.

Trata-se de um accipitriforme naturalmente raro, além de ser espécie de porte avantajado, que necessita de presas grandes e significativas áreas para constituir territórios de alimentação e reprodução. Por preferir habitats abertos ou semiflorestados, torna-se alvo fácil de caça, uma vez que é considerado prejudicial a criação de certos animais domésticos. Sobrevoa veredas e matas ciliares do cerrado. Pousa no alto de buritis, onde emite uma fina voz de alarme.

Características

A águia-cinzenta é um dos maiores accipitriformes encontrados no Brasil, atingindo de 75 a 85 cm e pesando até 3,5 kg. O adulto apresenta uma plumagem geral cinza-chumbo, tendo penacho em forma de coroa e cauda curta com uma única faixa cinza. Vive solitariamente ou em casais, habitando os Campos Naturais, o Cerrado e a Caatinga. Passa a maior parte do dia pousada em cercas, cupinzeiros, postes, etc.

Registro feito no Parque Nacional da Serra da Canastra.

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saira-ferrugemA Saíra-ferrugem (Hemithraupis ruficapilla) é uma ave Passeriformes da família Thraupidae. Conhecida também como figuinha-amarela, chefe-de-saíra, pintassilgo-da-mata, saíra-da-mata e chama-bando. Esta é uma espécie endêmica do Brasil. Existem duas subespécies: H. r. bahiae e H. r. ruficapilla.

Seu nome significa: do (grego) hemi = metade, semi, pequeno; thraupis = Tangará; (latim)rufus = vermelho, castanho; capillus= coroado; cabelo. ⇒ Pequeno tangará de cabeça castanha.

Características

O macho apresenta a cabeça em cor ferrugem, com os lados do pescoço amarelados e o peito marrom-claro. A fêmea é quase toda esverdeada, sendo mais clara nas partes inferiores. Tem 14 cm de comprimento e pesa 13g.

Registro feito em Morretes.

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buritiO bloco apresenta em 2 selos a paisagem típica do cerrado brasileiro, de áreas alagadas com buritizais, terra plana e céu aberto. Há, também, imagens do capim dourado, da mata ciliar e de sertanejos. A parte superior foi ilustrada com produtos artesanais e industrializados tais como: cestas e chapéus trançados, cremes, pomadas e sabonetes, além do doce de buriti e o óleo, ambos utilizados na culinária. O primeiro selo traz a copa da palmeira buriti (Mauritia flexuosa L.f.), com folhas grandes e exuberantes, cachos e, em destaque, um fruto com desenhos geométricos em sua casca, que lembram “escamas”. No segundo selo, constam a formação do buritizal e a revoada de Araras-canindé (Ara ararauna), que se alimentam dos frutos do buriti. A técnica empregada foi desenho com lápis de cor sobre papel.

Quer mais informações sobre a Arara-canindé (Ara ararauna) clique aqui

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Quinta, 13 Março 2014 19:52

Águia-pescadora - Pandion haliaetus

A Águia-pescadora (Pandion haliaetus) é uma ave Accipitriformes da família Pandionidae. Conhecida também como gavião-pescador, gavião-do-mar e gavião-papa-peixe. No interior da Amazonia é conhecida como gavião-caipira.

Seu nome significa: do (grego) Pandion = personagem mitológico grego; e do (grego)haliaetus = águia, águia do mar. ⇒ Águia do rei Pandion.

Características

Mede cerca de 57 cm de comprimento e pesa cerca de 1,2 kg, sua envergadura é de quase 2,00m. Alimenta-se basicamente de peixes, porém come outras aves e pequenos mamíferos.

Apesar de mais numerosa no final e início do ano, tem sido encontrada durante todos os meses, o que pode indicar que esteja se reproduzindo em nosso País, fato ainda não comprovado. A espécie migra ainda jovem e leva de 2 a 3 anos para tornar-se adulta, quando regressa à América do Norte para se reproduzir. Após este período, retorna periodicamente à América do Sul durante o inverno no hemisfério norte. É comum em lagos, grandes rios, estuários e no mar próximo da costa. Vive normalmente solitária, voando alto ou pousada sobre árvores isoladas.

Registro feito em Curitiba no Parque Passaúna.

Quarta, 19 Fevereiro 2014 11:59

Passeriformes

Os Pássaros, ou aves canoras, compreendem a mais numerosa das ordens, incluindo mais da metade de todas as espécies de aves. Encontram-se entre os membros dessa ordem aves de dimensões pequenas e médias. A forma do bico varia bastante, dependendo do respectivo tipo de alimentação. As pernas são demonstrativas da origem arborícola das aves canoras. Os quatro dedos estão todos implantados ao mesmo nível, encontrando-se o primeiro permanentemente invertido. O tarso é coberto por escamas pequenas, em forma de lâminas. A plumagem é suficientemente densa e a penugem fina.

O canto dos pássaros é geralmente melodioso. As suas características dependem da estrutura do aparelho fonador (a siringe), bem como da quantidade e posição dos músculos deste, que variam entre um e sete. As aves canoras são, na sua maioria, monógamas, vivendo com um único parceiro ao longo de toda época do acasalamento; no entanto, também se conhecem espéciespolígamas, com um macho dominante que acasala com várias fêmeas.

Os ninhos dos pássaros são, provavelmente, os que envolvem uma construção mais elaborada entre todas as espécies de aves. São, na sua maioria, em forma de taça, sendo muitos deles, exemplos perfeitos de engenharia. Os filhotes são nidícolas, nascendo cegos, desprovidos de penas, e raramente cobertos de penugem. São completamente dependentes dos progenitores durante um bom tempo. Pedem alimento aos pais, esticando o pescoço e abrindo o bico, desde as primeiras horas após o nascimento. Para uma melhor orientação dos progenitores durante o processo de alimentação, os bicos dos filhotes apresentam comissuras coloridas, manchas na língua, ou mesmo pontos florescentes na garganta.

A classificação dos Passeriformes é bastante complexa, baseando-se no número e posição dos músculos fonadores e na concreção dos músculos flectores dos dedos.

  1. Família Thamnophilidae Swainson, 1824 - Chocas, formigueiros, chororós e afins
  2. Família Melanopareiidae Ericson, Olson, Irested, Alvarenga & Fjeldså, 2010 - Tapaculo-de-colarinho
  3. Família Conopophagidae Sclater & Salvin, 1873 - Chupa-dentes
  4. Família Grallariidae Sclater & Salvin, 1873 - Torons, tovacuçus e afins
  5. Família Rhinocryptidae (Wetmore, 193, 1837) - Tapaculos e afins
  6. Família Formicariidae Gray, 1840 - Tovacas e afins
  7. Família Scleruridae Swainson, 1827 - Vira-folhas e afins
  8. Família Dendrocolaptidae Gray, 1840 - Arapaçus
  9. Família Xenopidae Bonaparte, 1854 - Bicos-virados
  10. Família Furnariidae Gray, 1840 - Joões, limpa-folhas e afins
  11. Família Pipridae Rafinesque, 1815 - Uirapurus e afins
  12. Família Oxyruncidae (Ridgway, 190, 1831) - Araponga-do-horto
  13. Família Onychorhynchidae Tello, Moyle, Marchese & Cracraft, 2009 - Maria-leque, assanhadinho
  14. Família Tityridae Gray, 1840 - Caneleiros, flautins, anambés e afins
  15. Família Cotingidae Bonaparte, 1849 - Arapongas, anambés, saurás, corta-ramos e afins
  16. Família Pipritidae Ohlson, Irestedt, Ericson & Fjeldså, 2013 - Papinho-amarelo, caneleirinho-de-chapéu-preto
  17. Família Platyrinchidae Bonaparte, 1854 - Patinho e afins
  18. Família Tachurididae Ohlson, Irestedt, Ericson & Fjeldså, 2013 - Papa-piri
  19. Família Rhynchocyclidae Berlepsch, 1907 - Marias, abre-asas, ferreirinhos e afins
  20. Família Tyrannidae Vigors, 1825 - Pássaros
  21. Família Vireonidae Swainson, 1837 - Vite-vites, juruviaras e afins
  22. Família Corvidae Leach, 1820 - Gralhas
  23. Família Hirundinidae Rafinesque, 1815 - Andorinhas
  24. Família Troglodytidae Swainson, 1831 - Garrinchas, uirapurus e afins
  25. Família Donacobiidae Aleixo & Pacheco, 2006 - Japacanim
  26. Família Polioptilidae Baird, 1858 - Balança-rabos e afins
  27. Família Turdidae Rafinesque, 1815 - Sabiás
  28. Família Mimidae Bonaparte, 1853 - Sabiás e afins
  29. Família Motacillidae Horsfield, 1821 - Caminheiros
  30. Família Passerellidae Cabanis & Heine, 1850 - Tico-ticos
  31. Família Parulidae Wetmore, Friedmann, Lincoln, Miller, Peters, van Rossem, Van Tyne & Zimme, 1947 - Pula-pulas, mariquitas e afins
  32. Família Icteridae Vigors, 1825 - Guaxe, japus e afins
  33. Família Mitrospingidae Barker, Burns, Klicka, Lanyon & Lovette, 2013 - Pipiras, catirumbava
  34. Família Thraupidae Cabanis, 1847 - Saíras, saís, tiês, sanhaçus e afins
  35. Família Cardinalidae Ridgway, 1901 - Azulão, trinca-ferro-verdadeiro e afins
  36. Família Fringillidae Leach, 1820 - Pintassilgos, gaturamos e afins
  37. Família Estrildidae Bonaparte, 1850 - Bico-de-lacre
  38. Família Passeridae Rafinesque, 1815 - Pardal
Quarta, 19 Fevereiro 2014 11:26

Galbuliformes

Ordem das Arirambas, Macucus, rapazinhos, chora-chuvas e afins.

As arirambas se parecem com “grandes beija-flores”, devido ao bico longo, em forma de agulha, e à sua plumagem de brilho metálico. Apresentam certas semelhanças superficiais com os martim-pescadores. Muitas espécies apresentam bicos vivamente coloridos, providos com um dente na ponta da maxila e uma cabeça descomunal. São aves confiadas, que permanecem pousadas por longo tempo em poleiros fixos, graças à disposição zigodáctila dos pés, providos de solas largas e acolchoadas. Lançam-se desses poleiros em situações altaneiras sobre presas na vegetação adjascente ou no solo, predando invertebrados, pequenos vertebrados e até pequenas serpentes engolindo-as inteiras.

Família Galbulidae Vigors, 1825 - Arirambas e afins 
Família Bucconidae Horsfield, 1821 - Macucus, rapazinhos, chora-chuvas e afins

Quarta, 19 Fevereiro 2014 11:11

Trogoniformes

Os Surucuás são as aves da ordem Trogoniformes que possui apenas uma família, a Trogonidae.

Vivamente coloridas. Têm suas asas convexas fortemente curvadas adaptadas ao voo dentre a floresta tropical. O caráter anatômico mais notável dos Trogonideos, único em toda classe, é a estrutura dos pés que tem dois dedos para frente e dois para trás; contudo os dianteiros são os terceiros e quartos dedos, e os traseiros o primeiro e segundo formando um pé heterodáctilo. Alimentam-se de grandes lagartas, artrópodes e também de alguns frutos no qual cospem os caroços ingeridos.

Família Trogonidae Lesson, 1828 - Surucuás

03 espécies

Quarta, 19 Fevereiro 2014 10:58

Strigiformes

As corujas (Tytonidae e Strigidae) têm olhos grandes voltados para a frente o que lhes confere uma visão binocular; a audição é muito especializada e algumas espécies possuem os ouvidos dispostos assimetricamente na cabeça, auxiliando na localização das fontes de som. A habilidade de localizar um animal em movimento, apenas por intermédio de uma parte do espectro de frequências que compõem o seu ruído, se deve a um ouvido muito especial. Para explicá-lo, os ornitólogos costumam compará-lo a um microfone de radar colocado no foco de uma parabólica. A parabólica é o disco facial de penas que a coruja apresenta ao redor do ouvido; o microfone, o próprio ouvido. Movendo-se sob a ação de músculos, esse disco de penas amplia o volume e dirige o som para o ouvido como se fosse uma parabólica, facilitando a localização do ruído. As falsas orelhas ou penachos, além de ornamentais, assustam os inimigos; as rêmiges são macias tornando possível um voo silencioso.

São aves tímidas, geralmente solitárias, consideradas entre os predadores mais sofisticados do mundo. Na Grécia antiga eram cunhadas moedas com a imagens de corujas, como uma associação a sabedoria da Deusa Atena.

Família Tytonidae Mathews, 1912 - Coruja-da-igreja 
Família Strigidae Leach, 1820 - Corujas

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Curitiba possui 30 Parques e cerca de 81 milhões m² de área verde preservada. São 55m² de área verde por habitante, três vezes superior ao índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde, de 16m². No Brasil, é a cidade onde a Mata Atlântica é melhor preservada. 

Com aproximadamente 400 espécies identificadas na cidade, entre nativas, migratórias e exóticas, segundo livro publicado pela Prefeitura Municipal de Curitiba, iniciamos nossas passarinhadas nestes Parques, queremos lembrar que não se trata de um trabalho científico e sim o registro da nossa paixão pelas aves.


Hierarquia dos taxons pertencentes à classe Aves de todas as aves do Brasil baseada na lista de aves do Brasil de janeiro de 2014 do CBRO (Comitê Brasileiro de Registro Ornitológico).

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